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O milagre da vida

Pizza caseira, acabadinha de sair do forno, coberta com rúcula colhida diretamente da varanda. Nunca deixo de me sentir fascinada pelas coisas comestíveis que saem dos nossos pequenos canteiros. Se isto é assim com meia dúzia de folhinhas verdes, como é que se sente alguém com uma horta de longos metros quadrados? Melhor, se isto é assim com meia dúzia de folhinhas verdes, como é que vai ser daqui a três meses com o meu pequeno ser humano nos braços? Tenho uma espécie de apoplexia?!

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Pizza com base de couve flor

Esta receita já está mais do que vista, é verdade, mas serve nem que seja para avivar a memória. Não é a mais light do mundo, mas é uma boa alternativa para quem gosta de variar na forma como dá uso a alguns legumes. E sempre é melhor do que farinha.

Comecem por ralar a couve flor: podem fazê-lo utilizando um ralador ou um robot de cozinha. Uma caneca é uma boa medida para duas pessoa que não tenham muita fome. :P Juntem queijo mozzarella ralado a gosto (a receita original diz para ser uma medida igual à da couve flor, mas pareceu-me demasiado), um ovo e óregãos. Misturem tudo.

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Espalhem essa “mistela” num tabuleiro com papel vegetal untado com azeite. Tem que ficar o mais uniforme possível. Coloquem no forno (previamente aquecido a 230º) por 15 minutos. No final desse tempo, virem a massa e deixem tostar mais 5 a 7 minutos do outro lado.

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Paralelamente, preparem uma base de tomate simples: tomate, um dente de alho, um pouco de azeite e de vinagre, sal e óregãos. Tudo para dentro de uma trituradora, 10 segundos, voilá.

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Espalhem o molho de tomate, mais um pouco de queijo, fiambre, cogumelos, o que quiserem. Uns minutos no forno, até o queijo derreter, e está ready to go eat.

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Galette de abóbora, maçã e cogumelos

Quando vi esta receita, no às nove no meu blog, tão simples e com uma conjugação de sabores tão irresistível (abóbora, batata doce, maçã e queijo), decidi que não demoraríamos muito a experimentá-la. Et voilá, com ligeiras alterações (utilizei uma embalagem de massa quebrada prontinha a usar, acrescentei cogumelos frescos e substituí o brie por mozzarella), cá está ela:

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Be Nice Make a Cake

Sigo vários blogues de partilha de experiências culinárias, muitos deles com fotografias e descrições de babar, mas aquilo que me encanta no Be Nice, Make a Cake é a alegria tão espontânea com que a Rosa partilha cada receita e recebe cada encomenda. Imagino-a a cantarolar na sua cozinha, sob o olhar atento da gata Pudim (best name ever!), por entre raminhos de alecrim fresco e fornadas de brownies.

Cá por casa estamos absolutamente rendidos aos biscoitos de manteiga de amendoim e chocolate e à granola de chocolate com amêndoas! (Notam algum padrão?) O Be Nice, Make a Cake é made in Coimbra, mas chega aos quatro cantinhos do nosso Portugal. Mais detalhes sobre como encomendar aqui.

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Pior que os cachopos!

Fiz-lhe olhinhos de Bambi para que desse um salto ao supermercado. Não é a tarefa mais divertida do mundo, (especialmente na hora de pagar) e, por isso, temos por hábito partilha-la (na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, nas filas com mais de cinquenta pessoas para a charcutaria, amén). Só que não me dava jeito nenhum largar o que estava a fazer e, por isso, lá foi ele, de listinha na mão. (Sim, lancei-o sozinho às feras, mas com o trabalhinho facilitado.) Uma lista cheia de coisas bonitas e saudáveis. Zero lambarices. O orgulho da qualquer Roquette!

Eis o resultado:

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Gratinado de chuchu, queijo e presunto

Nem só de problemas na identificação de legumes vive esta cozinha. Daqui também saem coisas comestíveis, espantem-se! É claro que muitas vezes tal implica sobreviver a explosões nucleares caseiras, queimaduras de 2º grau, louça partida e alguns amuos (“Se segui os pontos 1 e 2 [de 10] desta receita, porque é que não ficou igual?!”).

A minha capacidade de improvisação ainda é muito limitada e socorro-me imensas vezes de revistas e do almighty Google para recolher inspiração e aventurar-me em coisas simples mas diferentes. (Adeus massa com atum dos tempos de estudante!) Apresento-vos a minha tentativa de gratinado de chuchu, queijo e presunto. Fácil, económica e deliciosa!

Gratinado de Chuchu, Queijo e Presunto - Aspecto Final
Comecem por “forrar” um pirex, previamente untado com um bocadinho de margarina, com fatias bem finas de chuchu. Coloquem, por cima, bocadinhos de presunto (ou bacon, ou fiambre, ou o que vos apetecer) e salsa. Temperem com sal e pimenta.
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Num liquificador, misturem 3 ovos, 1/2 chávena de leite, 1/2 chávena de natas (isto era o que dizia a receita original, mas pareceu-me um exagero e coloquei bem menos, embora use natas de soja, que não são tão bombásticas), queijo ralado a gosto. Despejem por cima do chuchu e do presunto e levem ao forno durante cerca de 25min até dourar.

Ovos, Natas e Queijo

Dizem as más línguas que cada porção tem cerca de 150 calorias. Tau!

(Achei que o presunto “salgou” um bocadinho, talvez na próxima experimente com cubos de fiambre. Ainda assim, nada de mais, ficou óptimo na mesma.)

Receita original.