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Bruges e a Bélgica

Sabia que ia gostar de Bruges mas nunca pensei que viesse tão bem impressionada com a Bélgica. É um país muito bonito, cheio de verde a perder de vista, de flores, de chocolates e de bicicletas. Quero muito voltar e explorar o que ficou por visitar! :)

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Nesta parece que a água do canal é feita de chocolate. :b

Bruges

Isto não é Bruges, é Oostende, depois de uma tempestade de granizo. Sim, granizo. Isto não é Bruges, é Oostende, depois de uma tempestade de granizo. Sim, granizo.

Mais uma vez, as fotos foram tiradas pelo rapaz e estragadas por mim. Raispartam os filtros da moda.

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Vira o disco e toca o mesmo

Vou acumulando, cá por Coimbra, vários rituais. Por vezes, são apenas eventos que se vão repetindo em dadas alturas do ano, alguns com uma periodicidade mensal e que, mesmo assim, tento não falhar. Um desses casos é a Feira de Velharias, na Praça do Comércio. Gosto mesmo muito de lá ir e confesso que sofro um bocadinho do mal típico das crianças de “ver com as mãos”. Pisco o olho ao senhor que me vendeu a Polaroid, conheço a maior parte das bancas de cor e salteado, sem nunca me cansar de as percorrer, meto conversa aqui e ali e dou por mim a sentir-me entre amigos.

Na maior parte das vezes trago apenas um livro. Uma pechincha de folhas amareladas, ligeiramente gastas e que faço questão de cheirar antes de guardar dentro da carteira. Deixo os olhos presos nalgumas relíquias, mas tenho noção de que não posso transformar a minha casa num antiquário (e a minha conta num deserto). Ainda assim, colo-me muitas vezes à banca dos vinis a “beber” aquele som único que vem dos gira-discos do Sr. Renato. Este último Sábado não foi exceção. Lá estava eu, a sorrir para o ar, com a cabeça já muito longe dali, no cestinho de verga verde-menta dos meus pais, carregadinho de discos, cujas capas sempre exerceram em mim um fascínio quase magnético.

“E se comprassemos um gira-discos?” Olhei para o rapaz um pouco incrédula. Uma coisa sou eu ter estes pequenos caprichos, outra é ele alimentá-los em vez de lhes pôr travão. Bem, não estamos a falar de um par de sapatos carérrimo, por isso talvez me tenha espantado mais do que a situação merecia. Perguntei o preço. Glup. Hesitámos. Diz-nos que tem uns mais baratos do outro lado da banca. Damos a volta e avistamo-lo. Pequenino, maneirinho, portátil. De madeira. Nada de plásticos cinzentos horríveis. Perfeito para a nossa sala.

Não sei bem o que chamar a isto, se é consumismo ou outra coisa qualquer, mas a verdade é que há determinados objetos que me fazem mesmo feliz e ganhar o dia. Bem-vindo à nossa casa! :)

Gira-Discos

Para não perdermos o andamento

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Daqui a dois meses estaremos a conhecer mais um bocadinho da Europa. Alguém tem dicas de sítios a não perder em Bruges? Se sim, o e-mail é o do costume.

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Um cheirinho de Londres

Londres

London

London

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As fotos foram tiradas pelo rapaz, mas o tratamento esquizofrénico fui eu que dei, shame on me.

A Sandeira do Porto

No Sábado, tal como prometido, rumámos ao Porto para conhecer o Mercadinho dos Clérigos e aproveitar a inauguração de quase duas dezenas de exposições na rua Miguel Bombarda.

Pela hora de almoço farejámos algumas esplanadas em busca de uma francesinha, mas parece que os sítios mais turísticos competem pelo pior prato e, por isso, por sugestão de uma amiga, aguardámos dez minutos por uma mesa n’A Sandeira do Porto, nº 85 da rua dos Caldeireiros.

Não vos trago a última Coca-Cola do deserto, tanto que o Fugas já escreveu sobre este espaço em meados do ano passado, mas este blog não é sobre os lugares da moda, é sobre experiências. As minhas, já agora. :P Além do mais, aposto que muito boa gente fora do Porto, tal como eu, nunca tinha ouvido falar d’A Sandeira e assim aqui fica uma boa referência caso estejam numa de sandes, daquelas de se fechar os olhinhos a cada mastigadela e emitir sons orgásmicos embaraçosos. A decoração a atirar para o rústico, com o chão em paralelos e as paredes cobertas de portas de madeira, fazem da antiga mercearia do Sr. Aires um espaço acolhedor e ideal para reunir os amigos (só não podem ser muitos :P). Há menus a 5€ (sim, leram bem, CINCO EUROS = tigelinha de sopa + sande à vossa escolha + bebida). Free wi-fi e atendimento simpático, o que é que uma pessoa quer mais?

Deixo-vos três fotos que retirei da galeria do P3, só para abrir o apetite:

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Amanhã é dia de…

Mercadinho dos Clérigos

Paralelamente, ali para os lados da rua Miguel Bombarda, estará a acontecer a segunda edição deste ano das “Inaugurações de Arte Contemporânea”, com a estreia de 18 exposições. Mais informações aqui.

(Quem tem amigas que sugerem e planeiam programas de topo como este tem tudo! <3)