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Work-at-home #2

“Work-at-home” significa também poder trabalhar fora de casa. Como tive que me enfiar na Segurança Social a seguir ao almoço, e um par de horas já estava perdido, decidi passar o resto da tarde n’A Nata de Lisboa, na Baixa de Coimbra, que não só é um espaço agradável, com um atendimento simpático e umas natas deliciosas, como daqui consigo ouvir o meu amigo Luis Bartolessi a tocar saxofone na esquina do Arco de Almedina. (Piscou-me o olho e tocou o La Vie en Rose, é magnífico o raça do espanhol!)

Tirei o portátil da skin (onde também guardo alguns documentos e meia dúzia de folhas de rascunho) e coloquei-a na cadeira ao meu lado. Entretanto, uma família de alemães abeirou-se e perguntou se podia tirar a cadeira. Disse imediatamente que sim. Agora preciso de uma folha que está dentro da maldita skin e o alemão-pai tem o rabo alapado em cima dela. Será que ele pensou que era uma almofada? A sério? Só a mim, senhores, só a mim…

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